Escuta Telefônica

A polícia federal brasileira encontrou um método de investigação exaustivo, cansativo e digno de uma polícia em um país democrático.

A polícia federal brasileira encontrou um método de investigação exaustivo, cansativo e digno de uma polícia em um país democrático.

Seriíssimo esse caso das refinarias brasileiras vendidas (à força) à Bolívia. Que se saiba, não fazia parte dos planos (sic) do governo Lula vendê-las. O fato deu-se devido à decisão unilateral do Presidente Boliviano em nacionalizar o petróleo e o gás. Assim, nosso país vendeu e mal o nosso patrimônio para preservar o boliviano. Atitude típica daquele que tem problemas de auto-estima.
Não foi informado, ainda, como a Bolívia vai pagar essa grana. Todo mundo sabe que não há caixa para tanto, lá. Além do Brasil, outros países estão sendo prejudicados com a decisão. Tenho certa desconfiança que esses outros não irão amolecer, como nós. Afinal, estamos falando de Espanha, França e Inglaterra. Vale lembrar que a Venezuela de Chaves também está contribuindo e apoiando a decisão boliviana.
Ninguém me disse nada. Mas suponho que nosso presidente estava bem informado sobre tudo isso e, pior, havia dado sinal verde ao vermelho Morales.
Como a Petrobras é uma empresa estatal (o capital dela foi constituído com dinheiro do povo, gente como eu e você) vale lembrar que o prejuízo ocasionado pela benesse do presidente (alguns outros milhões de dólares devidos à diferença entre valor real e valor efetivado, mais os valores perdidos pelo encerramento abrupto dos contratos firmados) está saindo do nosso bolso. Provavelmente serão pagos via preço dos combustíveis, luz, etc… ou impostos cobrados da própria Petrobras, veja aqui. É mole?
Além disso, tem o agravante do precedente. Outros países, onde nossa empresa tem investimentos, podem resolver seguir a Bolívia, uma vez que nos mostramos extremamente condescendentes e pacatos, através de nosso presidente, o companheiro Lula.
Dizem por aí, que a Argentina é um dos próximos países a seguir a Bolívia na decisão de nacionalizar seus recursos e chutar o traseiro da Petrobras, com aval do nosso presidente, claro. Afinal, é preciso ajudar os países pobres.
Nada como ter um presidente que gosta de soltar gases.
