Ministério do Futebol
Nunca entendi porque não temos, no Brasil, o Ministério do Futebol.
Afinal, o Brasil não é o País do Futebol?
Os interesses do povo, as atividades, as ações e o dinheiro movimentado pelo futebol não pedem um ministério?
Antigamente, havia o CND (Conselho Nacional do Desporto), um orgão subordinado ao Ministério de Educação e Desporto. O Futebol era dirigido pela CBD (Confederação Brasileira de Futebol), vinculada ao CND. Foram desmembrando até transformar a CBD em CBF, além de torná-la autonoma. Uma privatização pela qual a família João Havelange (sogro de Ricardo Teixeira) não pagou um centavo, sequer.
O que o povo brasileiro ganhou com tudo isso? O enfraquecimento de uma da poucas atividades que nos encantava e orgulhava, hoje transferida para os campos da europa.
Legal né?
Se criassem o Ministério do Futebol agora, além de se livrarem do Teixeira sem intervenção, poderiam nomear um ministro que faz para assumir a pasta, tipo Jobim. “Ou faz ou sai” disse ele ao assumir o Ministério da Defesa. Esse é inimigo declarado do Teixeira, ou vocês acham que ele estava falando do Waldir Pires?
Talvez o próprio Jobim desejasse trocar de pasta. Poderia deixar a defesa para algum militar de carreira (quem sabe um brigadeiro Faria Lima) e assumir o Ministério do Futebol, onde só tem gente que faz. O que, eu não sei, ou tenho vergonha de dizer. Mas a sugestão está dada. Espero que se propague até os rincões brasilienses. Como tem sorte essa gente, saiu mais um premio de milhões da MegaSenha para eles, outra vez, esse fim de semana.

Coisa estranha! A aviação brasileira caminhava, normalmente, até o acidente do ano passado, com o avião da Gol. De fato, foi um acidente. Não houve dolo. Vários erros levaram ao acidente. O controle errou, os pilotos do Legacy erraram e os pilotos da Gol, devem ter errado, também. No mínimo, por excesso de confiança. Enfim o desastre aconteceu.