02/09/2007

A AMAZONIA DEVE SER INTERNACIONALIZADA



Extraído do site: http://www.arkhosbi http://www.arkhosbiotech.com
otech.com da empresa Arkhos Biotech que se denomina uma das maiores
fabricantes do mundo de ativos vegetais para a indústria cosmética e
farmacêutica, no mercado desde 1965, que exporta para mais de 20 países a
linha Amazon forest de óleos, essências e manteigas obtidos com a exploração
sustentável da biodiversidade da Amazônia.

A AMAZONIA DEVE SER INTERNACIONALIZADA

A Amazônia é rica. Além de recursos tradicionais como madeira, produtos
não-madeireiros, minérios e água, a região possui também recursos cujos
valores ainda estamos aprendendo a apreciar. Como, por exemplo, o maior
estoque de Biodiversidade do mundo. Com cerca de 6.000.000 km² de extensão,
ela abriga entre 10% e 20% de todas as espécies que vivem em nosso planeta.

A floresta remanescente brasileira representa a maior fonte de
biodiversidade mundial. Só na Amazônia brasileira existem mais de 10 mil
espécies de plantas possíveis de ser utilizadas como insumos em produtos
para a saúde e a aplicação cosmética. Entretanto, hoje, a indústria de
cosméticos utiliza apenas 135 espécies da Amazônia com princípios ativos ou
constituintes.

O que há de errado? Simples. A Amazônia vem sendo tratada como um problema
pelos países que a administram quando, na verdade, ela representa a solução
para os problemas do mundo. A missão da Arkhos Biotech, além de mostrar os
atributos e peculiaridades da Amazônia, é lutar para torná-la efetivamente
um bem mundial, o que, na prática, ela sempre foi. Os primeiros produtos
explorados na região, as chamadas drogas do sertão , eram para exportação. A
Arkhos Biotech acredita que o mundo deve opinar sobre a gestão da Amazônia
porque toda a humanidade vem sendo agraciada com seus bens e seus serviços.
A Amazônia pode suprir o planeta e ainda assim ter estoque para as futuras
gerações. Pode prover serviços e receber pagamento em royalties por regular
o clima do mundo. Tudo isso vem sendo discutido mundialmente.

Está claro que, para países como o Brasil, a Amazônia é um fardo difícil de
carregar - como demonstram sucessivamente as taxas de desmatamento da
Amazônia brasileira. O Brasil sequer investe em pesquisa na Amazônia. Dos
0,65% do PIB brasileiro investido em pesquisa, apenas 2% são canalizados
para a região Norte. Os institutos de pesquisa que surgiram nos últimos anos
na Amazônia brasileira, a maioria ongs ou entidades sem fins lucrativos, são
mantidos com dinheiro dos países desenvolvidos. Hoje, mais de dois terços da
produção de conhecimentos sobre a Amazônia são originados em outros países.
Além disso, 78% das pesquisas sobre a Amazônia são produzidas por
pesquisadores estrangeiros. A internacionalizaçã
o da Amazônia já é um fato
consumado.

Empresas como a Arkhos Biotech estão ajudando a pensar e a fazer o futuro da
Amazônia através da tecnologia, ferramenta capaz de garantir o uso racional
dos recursos da região. Empresas que investem em pesquisa para o manejo
sustentável de recursos, que alocam e transportam matéria-prima sem
prejudicar o meio, que podem garantir a origem e o processo de extração de
tudo o que comercializam, que fazem parceria com as comunidades locais
gerando renda e melhorando a vida das pessoas. A utilização sustentável e
sadia do potencial da Amazônia, seja como celeiro de biodiversidade, seja
como depósito de carbono, é a única estratégia possível para salvá-la da
extinção total.

O futuro do Homem sobre a Terra depende da Amazônia. Por isso, o objetivo da
Arkhos Biotech é ajudar a humanidade a usar e a tomar conta da Amazônia

Escrito por Lou em 13:49:37 | Link permanente | Comments (0) |